Os
candidatos que se sentiram prejudicados durante o processo relataram que, na
sala onde estavam, não havia provas suficientes para todos. Posteriormente, os
documentos foram repostos pelos fiscais, porém, o novo envelope de provas
chegou sem o lacre. O grupo compareceu ao 11º Distrito
Policial no domingo (15), para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O).
“No dia 15
de setembro, foi realizado o concurso do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
para um total de 50.066 inscritos. Em apenas uma das 874 salas, foi necessária
a utilização de sete provas do envelope da sala vizinha, o que não configurou
qualquer redução de confidencialidade. Os envelopes estavam devidamente
lacrados antes de serem abertos na sala em que se constatou a divergência no
quantitativo de provas”, afirma a Fundação.
Uma vez
que o tempo adicional seria assegurado para os candidatos que receberam o
material mais tarde, segundo a FGV, nenhum deles teria prejuízo. “A recusa de
alguns poucos candidatos em realizarem as provas foi totalmente injustificável,
não havendo qualquer mácula ao concurso, menos ainda mínima razão para
cancelamento do certame”, conclui.
O TJCE,
por sua vez, informa que foi solicitado um relatório detalhado do
acontecimento, e que a FGV foi contratada “em virtude de sua experiência na
realização de concursos e credibilidade no mercado”.

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